"Ter um amante é (...) ter o orgulho de possuir um segredo; (...) é estar numa sala cheia de gente, e vê-lo a ele, sério e indiferente, e só eles os dois estarem no encanto do mistério; (...) é estar triste por ideais amorosos; (...) é a felicidade de andar melancólica no fundo de um cupé".
Eça de Queirós, Farpa LXXXV, in Uma Campanha Alegre
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