Carrossel. Voltas e mais voltas. Uma mais rápida. Outra mais lenta. Rodopios constantes. Breves viagens que parecem uma eternidade. E quando finalmente parece que a viagem está a chegar ao fim, recomeça tudo de novo. Regressam as voltas, os rodopios, as viagens. O parar parece cada vez mais perto. Mas cada vez mais difícil de alcançar. O carrossel não quer parar, mas devia parar. O carrossel não quer ceder, mas a hora está prestes a chegar. O carrossel não quer perder, mas a sua vitória parece já ter sido conquistada. Carrossel, carrossel... será que parou?
N.Vieira
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