sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

claridade

Claridade, era essa a palavra. Uma luz que tornava tudo mais nítido. Receio do negro? Já não. Naquele dia, o escuro tinha-se tornado o inimigo. A clareza era a companheira da viagem. Punha-se de lado o colorido em excesso. Procurava-se o branco eterno. Ansiava-se o claro puro. Medo do preto? Já não. Naquela hora, o branco anulava o preto. Tornava-se claro o objectivo. O branco domava a porta. O claro era agora o seu guardador de rebanhos. 

N.Vieira

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