Era forte. Queria ajudar. Estava disponível para mudar aquele mundo. Não queria atrapalhar as coisas. Apenas sentia que tinha de ali estar. Não tinha certeza de nada. Queria fazer por algo. Não precisava de falar, de dizer nada. Aliás, não sabia falar, nem o que dizer. Mas continuava decidida. Não ia sair dali. Estava intacta. Não deixava o resto desmoronar-se. Sabia apenas que queria estar ali. E estaria ali o tempo que fosse preciso. Era ela, a mão, e sabia exactamente o que fazer.
N.Vieira
Sem comentários:
Enviar um comentário
descomplicados