A cadeira era a mesma. Sempre. Preto, branco. Homem, mulher. Novo, velho. Todos passavam por si. Todos se sentavam. Todos a viam de forma diferente. Para uns era marcante. Para outros não passava de algo momentâneo. No dia em que se fechou ao mundo, partiu-se. Era sempre melhor conhecer mais para saber mais. Afinal de contas não passava de uma cadeira. Simplesmente.
N.Vieira
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