Subiu. Desceu. Decidiu arriscar. Queria pôr o pé fora da argola. Subiu. Desceu. Ainda não tinha a certeza. Continuava a medir demasiado as coisas. Subiu. Desceu. Achava que sim. Não tinha dúvida da sua certeza. Subiu. Desceu. Procurava a eterna resposta. Mesmo sabendo que era quase impossível obtê-la. Subiu. Desceu. Tinha terminado o ciclo anterior. Um novo havia começado. Subiu. Desceu. Mas desta vez ainda não tinha caído. Continuava de pé e firme. Subiu. Mas será que desceu?
N.Vieira
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