"Censuras-te demasiado", dizia-lhe a mãe. Não era solução fingir algo que não se sente. Mas tentar apagar era sempre mais fácil. "Porque não te permites sentir o que quer que seja?", questionava a amiga. Infelizmente, ainda não foi inventada a máquina do "não sentir". Estava na sua hora. A única que se censurava era ela própria. Por isso, pára. Permite-te. Não te censures. Afinal de contas, somos todos assim.
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